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EUA
Bolsonaro chega à Casa Branca para reunião com Donald Trump
Em Washington, Bolsonaro terá sua primeira reunião bilateral com o presidente dos Estados Unidos. Chefes de Estado terão audiência, um almoço e farão declaração à imprensa.
19/03/2019 13h18
Por: Redação
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Donald Trump recebe Jair Bolsonaro na Casa Branca — Foto: Carlos Barria/Reuters
Donald Trump recebe Jair Bolsonaro na Casa Branca — Foto: Carlos Barria/Reuters

O presidente Jair Bolsonaro chegou à Casa Branca às 13h04 desta terça-feira (19) para sua primeira reunião bilateral com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Mais cedo, o presidente brasileiro se reuniu com o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), Luis Almagro.

Bolsonaro está desde domingo (17) em Washington para sua primeira visita oficial aos EUA, a segunda viagem internacional de seu mandato. O presidente se hospedou na Blair House, residência que o governo norte-americano reserva para chefes de Estado em visitas oficiais.

O encontro privado com Trump é o principal compromisso dos três dias de agenda de Bolsonaro em Washington. Após a audiência privada dos presidentes, haverá um almoço de trabalho, com reunião ampliada. Em seguida, Bolsonaro e Trump farão uma declaração conjunta à imprensa.

Na sequência, o presidente brasileiro visitará o cemitério nacional de Arlington, local onde estão os restos mortais de 400 mil soldados norte-americanos e de outros 11 países.

Ainda nesta terça, Bolsonaro terá uma reunião com lideranças religiosas dos EUA e um jantar de trabalho antes da partida para Brasília. Ele deve chegar em Brasília nesta quarta-feira (20).

 

Parcerias com os EUA

 

Desde a campanha eleitoral, em 2018, Bolsonaro defende uma maior aproximação do Brasil com os EUA. Já em Washington, ele declarou que deseja um Brasil “grande”, a exemplo dos planos de Trump para seu país.

Bolsonaro, que já foi chamado de “Trump dos trópicos” pela imprensa estrangeira, reforçou o desejo de parcerias com os norte-americanos na segunda-feira (18) ao discursar no "Dia do Brasil em Washington", na Câmara de Comércio dos Estados Unidos.

Na oportunidade, Bolsonaro disse que o povo brasileiro é "muito parecido" com a população dos EUA porque, na opinião dele, é "conservador, temente a Deus e, portanto, cristão". Além disso, afirmou ter sido vítima de conteúdo falso na internet, assim como Donald Trump.

"O povo americano sempre foi inspirador para mim em grande parte das decisões. Essa vinda aqui hoje com o Trump, com toda certeza, estaremos materializando o que queremos", declarou.

 

Venezuela

 

Um dos temas previstos para o encontro entre Trump e Bolsonaro é a situação da Venezuela. Brasil e EUA não reconhecem o governo de Nicolás Maduro e consideram o líder opositor Juan Guaidó como presidente interino do país.

Trump já afirmou que enviar militares ao país sul-americano "certamente é uma opção". O governo brasileiro tem declarado que não participaria de uma intervenção na Venezuela. Bolsonaro, contudo, citou nesta segunda (18) a capacidade "bélica" dos norte-americanos ao dizer que é preciso "resolver a questão da Venezuela".

No início desta madrugada, Bolsonaro concedeu entrevista ao canal Fox News e disse querer que a Venezuela "volte à democracia" e que o Brasil é o país mais interessado em pôr fim ao governo Maduro.

 

Acordo de Alcântara

 

Até o momento, o principal acordo firmado entre Brasil e EUA durante a viagem de Bolsonaro viabiliza o uso comercial da base de lançamento de Alcântara, no Maranhão.

O acordo de salvaguardas tecnológicas, que precisará da aprovação do Congresso Nacional para entrar em vigor, preserva a tecnologia dos dois países e viabiliza o lançamento de foguetes e satélites pelos EUA a partir da base maranhense, que continuará sob jurisdição brasileira.

Durante a viagem, o governo publicou um decreto assinado por Bolsonaro que permitirá, a partir de 17 de junho, que turistas de EUA, Austrália, Canadá e Japão entrem no Brasil sem a necessidade de visto.

A medida foi "unilateral", ou seja, não muda a forma de os cidadãos brasileiros entrarem nesses países. De acordo com o Ministério do Turismo, a dispensa do visto foi adotada a fim de incentivar o turismo no país, com a geração de emprego e renda no Brasil.

 

DO G1

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