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Jornal destaca prefeita em mil dias de gestão sem emplacar o mandato

Folha destacou ausência de obras com recursos próprios, promessas de campanha não cumpridas dentre outros

20/09/2019 21h06
Por: Redação
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Divulgação da Prefeitura no Facebook
Divulgação da Prefeitura no Facebook

No dia 1º de janeiro de 2017, Aline Vieira (PR), toma posse como prefeita de Boa Viagem em uma situação de esperança de honrar aos anseios e interesses do povo do município que a viu vencer as eleições no ano de 2016 com uma avassaladora diferença de votos para com seu adversário.

Quase três anos depois, Aline, sequer conseguiu construir, na Zona Rural ou urbana do município, uma só obra que marcasse sua gestão como prefeita do município e representasse a quantidade e qualidade do voto que o boa-viagense depositou nela.

Pois muito bem, no próximo dia 28 de setembro, Aline completa mil dias, isso mesmo, MIL DIAS sem uma só obra inaugurada e sequer uma ação de destaque para marcar na história do município, seu nome.

Mas o que nada se fez nesse período, muito se tem de reclamado e cobrado de sua gestão, não só a voz vinda do povo, mas também de aliados.

Chega a ser desastrosa sua gestão, que até o próprio governador tem buscado intervir em algumas obras no município, para que se inicie, ou ao menos, se conclua, como exemplo temos a praça Mais Infância (em total abandono e sequer a contrapartida foi paga pelo município) e a tão sonhada Areninha, que já dura meses e a gestora não disponibilizou terreno para construção de importante equipamento desportivo para jovens e adultos usufruírem. Esse último, o governador Camilo, segundo dizem, busca uma parceria com o IFCE, para que possa em sua área de edificação e terreno aberto, construir a Areninha de Boa Viagem.

Ora, ora, ora! Por quê Aline Vieira “conseguiu” o possível, vencer as eleições com uma ampla articulação política, e não consegue avançar em sua gestão como prefeita?

Mas alguns vão dizer: “Algumas obras foram paralisadas devido a necessidade de adequações no projeto, atendimento a mudanças e a não conformidades, detectadas após fiscalização da obra”. As observações são pertinentes e atestam, é claro, a incompetência da gestora e de sua equipe na condução da coisa pública.

Agora busquem entender porque a gestão não conclui suas ações, como a volta do futebol profissional, pavimentação asfáltica, mini-hospitais e outras mais promessas de campanha que ficaram esquecidas no papel, e agora próximo das eleições 2020, por que ainda não concluiu uma só obra?

O povo não é cego,… ele bota, mas também TIRA!

 

 

VIA FOLHA DO SERTÃO

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