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Sertão Central Sismologia

Novas cidades do Ceará apresentam tremores de terra

Quatro dias após o último registro de tremor de terra nos limites dos municípios de Quixeramobim, Boa Viagem e Madalena, no Sertão Central, mais um abalo sísmico, de baixa magnitude, foi registrado no Interior do Ceará.

06/04/2019 15h55
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Por: Redação Fonte: Diário do Nordeste
Por ser de baixa magnitude, 2.0, o tremor não causou nenhum dano material nas últimas regiões atingidas no Ceará. Foto > Reprodução Google Maps
Por ser de baixa magnitude, 2.0, o tremor não causou nenhum dano material nas últimas regiões atingidas no Ceará. Foto > Reprodução Google Maps

Quatro dias após o último registro de tremor de terra nos limites dos municípios de Quixeramobim, Boa Viagem e Madalena, no Sertão Central, mais um abalo sísmico, de baixa magnitude, foi registrado no Interior do Ceará. Dessa vez foram moradores de Chorozinho quem testemunharam o fenômeno, nas localidades de Timbaúba dos Marinheiros e também no Triangulo de Quixadá, a pouco mais de 10 km do Centro desta cidade situada à margem da BR-116.

Coordenadoria da Defesa Civil do Ceará (Cedec) confirmou o sismo. O sismólogo da Cedec, Francisco Brandão, seguiu para Chorozinho e acompanhou a equipe da Defesa Civil do Município aos locais. Nenhuma gravidade foi constatada. Ele informou que o tremor atingiu 2.0 na escala Richter. As ondas foram captadas pelo Laboratório Sismológico (LabSis) da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) na noite desta quarta-feira (3), às 22h59.

Conforme o LabSis/UFRN,o último tremor no Ceará havia ocorrido no dia 30 de março, às 8h08, no extremo dos três municípios do Sertão Central. Foi o que atingiu a maior magnitude na região, 3.0 até então. registrado por diversas estações da Rede Sismográfica Brasileira (RSBR). Todavia, é impossível saber como evoluirá a atual atividade sísmica da região.

A causa

Tremores de terra são comuns no Ceará. Segundo o Laboratório de Sismologia da UFRN, ocorrem devido a fossas subterrâneas que estão constantemente em atividade sismológica. Elas são ligadas ao encontro das placas tectônicas no Oceano Atlântico, que ligam a América do Sul ao continente africano.

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